Quem somos
Um agrónomo, não uma plataforma
Por trás da Tres60 analytics há uma pessoa que analisa a sua exploração e assina a recomendação. Não um formulário que devolve um PDF. Agrónomo independente: não vendemos adubos nem fitofármacos.

Luis José Valdez
Vi muitas parcelas, e o que mais se repete é o agricultor adubar por hábito, com a média da parcela, quando a sua própria análise está a dizer outra coisa. E a cada campanha, o mesmo: o adubo e o gasóleo sobem mais depressa do que aquilo que se recebe pela colheita. A margem estreita-se.
O meu trabalho é que essa margem volte ao seu bolso: dizer-lhe quanto adubo tem a mais, e onde, com a análise da sua própria parcela.
Com o drone, passa-se algo parecido. Muitos oferecem mapas NDVI, de cores, que avisam que algo está mal, mas não dizem o quê. Eu trabalho com fotografias normais, tiradas tão de perto que cada píxel é meio centímetro da sua parcela. O mapa sai mais preciso e diz-lhe o que é: a praga, a doença ou a infestante concreta.
Sou Especialista Universitário em Novas Tecnologias para a Agricultura de Precisão pela Universidade Pública de Navarra.
Antes, formei-me como agrónomo na Universidade Nacional Agrária La Molina (Peru). Trabalho no campo desde 1995 e, em trinta anos, estive dos dois lados da mesa: administrei explorações de uva de mesa, fui sócio fundador de uma vinha que continua em produção, dirigi a informação agrária do Ministério da Agricultura do Peru e montei uma consultora de agricultura de precisão.
Porque montei a Tres60
Ninguém corrigia o salto entre o laboratório e a planta
A análise de laboratório diz o que há no solo. Não diz o que a planta vai poder absorver. Entre uma coisa e a outra estão o pH, o calcário, a capacidade do solo para reter nutrientes e a competição entre uns e outros: doze fatores que mudam o resultado por completo.
Parte do adubo que as culturas aproveitam não é aplicado por si: liberta-o o microbioma (o que vive na terra). Se está apagado ou pobre, paga-o todo. Uma análise de rotina não o mede. Nós medimo-lo, e quando o medimos entra no cálculo.
Ninguém corrigia esse salto. Entregava-se a análise tal e qual e o agricultor remediava-se com uma tabela geral. Montei a Tres60 para fazer esse cálculo bem, com os números de cada parcela.

Como trabalhamos
Três coisas em que não transigimos
Os números saem da sua parcela
As recomendações não se copiam de um guia de adubação: calculam-se com a análise do seu solo, a sua cultura e a produção que procura.
O relatório percebe-se ou não vale
Se não pode discutir uma recomendação, só pode obedecer-lhe ou ignorá-la. Por isso o relatório explica o porquê de cada coisa em termos simples.
Se não é preciso adubar, dizemos-lho
Pode parecer estranho que quem vive disto recomende gastar menos. Mas é exatamente esse o trabalho: dizer-lhe o que sobra.
O que há por trás do relatório
O cálculo é nosso
O sistema que faz os balanços desenvolvemo-lo nós e revemo-lo a cada campanha. Não é uma folha de cálculo com uma regra de três: tem em conta o que o solo bloqueia, como competem uns nutrientes com outros e que parte do que aplica chega de facto à planta.
Por isso duas parcelas com a mesma análise podem acabar com planos diferentes.